Sentada a beira da janela, olhando para a escada de frente o portão, Emilia deixou escapar uma lágrima, a qual escorreu sobre o rosto enrugado, ela a sentiu tão amarga quanto a vida, quando tocado os lábios. Imediatamente secou-a, mas uma sequência de lágrimas disparou. Sentiu o calor do abraço de sua filha, que trouxera um lenço para enxugar suas lágrimas. A filha não entendia porque tanto choro, os quais vinham tornando-se frequente; a mãe nunca explicava. Acalentada pela filha, Emilia sentia-se mais calma; levantou e andou pela casa impaciente, foi até a porta e voltou, ela sempre voltava. Sentou-se no sofá olhou para o lado e encontrou um brinquedo gravador de áudio do neto, pegou-o foi até o quarto, sentou-se na cama, já havia visto o neto usá-lo não parecia difícil, lembrou-se do v

