Luna chegou apressada à entrada da faculdade, bocejando enquanto ajeitava a mochila no ombro. O rosto cansado, os olhos semicerrados e a falta de paciência denunciavam a noite m*l dormida. Ao avistar as amigas encostadas no muro, aproximou-se com passos rápidos e um ar de impaciência. — E aí, meninas? — cumprimentou, ainda ofegante. — Por que não entraram na aula? Ângela arqueou uma sobrancelha, cruzando os braços e a observando de cima a baixo. — O que aconteceu com você? Ficou acordada pensando no seu amorzinho? — Ângela, por favor… hoje não. — Luna pediu, a expressão nada amigável. Ângela ergueu os lábios em um sorriso maroto. — Tá bom. Em respeito a essa sua cara de enterro, eu deixo passar. — riu de leve. — Mas que eu aposto que foi isso, ah, eu aposto. Luna preferiu ignorar. S

