O carro estacionou na frente da casa já com o céu completamente escuro. A brisa noturna era leve, e o som distante dos carros na avenida principal se misturava ao farfalhar das folhas da amendoeira no jardim. Luna girou a chave na porta e entrou, ainda rindo da última piada de Gabriel sobre os hashis. — Eu adorei, de verdade. — Disse, deixando a bolsa sobre o aparador e se voltando pra ele com um sorriso leve. — A gente precisa fazer isso mais vezes. — Eu só volto num restaurante japonês sob tortura. — Gabriel respondeu com a expressão mais séria que conseguiu, embora os olhos o entregassem. Luna soltou uma risada melodiosa. — Nem pra me deixar muito feliz? — Perguntou manhosa, se aproximando com aquele jeito que sabia desmontar ele. Gabriel riu, balançando a cabeça e puxando-a pela ci

