Luna sorriu com aquele ar provocador e decidido, enquanto Gabriel permanecia imóvel, o coração martelando dentro do peito. A respiração dele era curta, como se estivesse prestes a atravessar uma linha da qual não poderia voltar. Quando ela se ajoelhou diante dele, o mundo pareceu parar. Gabriel sentiu os músculos das pernas travarem, os dedos se fechando contra a colcha da cama. Era surreal demais. Até então, tudo que sabia sobre prazer era o que conseguia sozinho, escondido, em segredo, e agora… estava prestes a viver aquilo de verdade. — Luna… — sussurrou, num tom quase suplicante, como se pedisse que ela parasse e continuasse ao mesmo tempo. — Shhh… confia em mim. — murmurou ela, antes de segurar o m****o dele com firmeza. O primeiro toque da língua dela foi como um choque elétrico.

