(Filippo Valentini) Abro os olhos, não reconheço onde estou, tento puxar o ar com mais força, mas o pano em meu nariz dificulta a passagem do ar, passo a mão por meu rosto, ainda estou usando a máscara. Desgraça! Como eu fui deixar isso acontecer!? Burro! Burro! Burro! Sento seja lá onde eu estiver e olho ao redor, paredes brancas e várias camas, aqui é a enfermaria da base. — Pensei que não ia mais acordar — Camily aparece no meu campo de visão. — Alguém viu o meu rosto? — vou logo ao ponto, não posso deixar ninguém desnecessário saber minha identidade, vai dar muito trabalho depois m***r tantos. Se bem que não vou conseguir m***r todos, mas enfim, se não m***r a maioria, vou ter sério problemas com as outras famílias, por isso não quero que saibam. Antes da morte do meu pai, eu

