Abro meus olhos aos poucos, tentando mantê-los abertos. Meus olhos observam tudo a minha volta e me lembro de Priscila, de que estou em sua casa. Incrível como mesmo estando cercado de vidros, podendo a claridade do sol dominar o quarto, está tudo escuro. Me sento na cama e não vejo Priscila no quarto. O relógio sobre o criado ao lado me diz que já são 7h da manhã. Será que aconteceu alguma coisa com ela? Saio da cama em um pulo e corro pra fora do quarto. Desço os degraus da escada de dois em dois e começo a temer que possa ter acontecido algo. - Priscila! Paro no meio da sala e não vejo ela. - Priscila! - Na cozinha! Solto um longo suspiro de alivio. Antes de ir pra cozinha, respiro fundo para me acalmar. - Ainda não morri do coração, mas pelo seu desespero me chamando, logo você

