Capítulo — XIII Biltre " Coração é igual ventosas de polvo, gostou de alguém ele quer grudar e nunca mais largar." Acélia Eu vou com a cara, porque a coragem está ficando pelo caminho. De repente, alguém segura o meu braço. Viro o rosto na direção de quem faz isso e vejo Dulce. — Vai fazer o quê, sua maluca? — pergunta baixinho. — Nada, só cumprimentar algumas pessoas — digo, fuzilando o casal. Hã… — estreito o meu olhar — vou arrancar os dedos daquela cachorra! — sussurro entre dentes. A filha da mãe está tendo a audácia de tocar no Rovani! E pior, na minha frente! Claro que ela sequer sabe que o meu coração tem as paredes recheadas pelo nome dele, mas isso não dá o desplante da mocoronga tocar no tiozão. E que tiozão bom, meu Deus! Dulce me puxa pelo braço quando dou

