De boca no canelone.

1127 Words

Acélia Fico parada no meio da sala, o donut que comi parece que ainda está entalado na garganta como um tijolo de açúcar, processando a audácia desse projeto de carrasco. Itália? Ele quer me levar para a terra das massas e do vinho depois de me negar o "canelone" dele e me calar com uma rosquinha? Ora, seu... — Você deve estar a gøzar com a minha cara, ó palerma! — Grito, e a voz sai tão aguda que acho que rachei um vaso de cristal no canto da sala. — Eu não vou a lugar nenhum! O meu pai está num hospital, ligado a tubos, e tu queres que eu vá fazer turismo com um ogre feito tu? Rovani nem se digna a me olhar nos olhos. Ele joga as chaves sobre a mesa de centro com um estalo metálico que me faz saltar. — Não é um convite, Acélia. É uma ordem. Você vai porque eu não posso te deixar s

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