Morte narrando No outro dia, nem dormi direito. A mente mil por hora e o corpo virado no caralh0. Já acordei cuspindo marra, qualquer um que desse mole levava corretivo, tava com o sangue fervendo e o nome dela grudado na cabeça, Ariana. Que porr@ era aquela de ficar me evitando? Fui direto pro ponto cedo, troquei umas ideia com os cria, botei a disciplina em dia, mas nada me acalmava. Nem o café desceu direito. Era só fechar o olho que a cena de ontem voltava, ela no restaurante, nem olhou na minha cara, sumiu na hora que fui pagar. Aquilo ali mexeu comigo de um jeito que nem sei explicar. Eu sei o que represento na favela, sei o peso do meu nome, mas ser ignorado daquele jeito por uma mina que eu gosto de ver sorrindo? Isso eu não aceito. Já era fim de manhã quando peguei a moto e fu

