Capítulo 24

1539 Words
Algumas horas depois Anahí estava entediada de ficar naquele quarto o tempo todo, estava aponto de enlouquecer, os dias eram monótonos, sempre as mesmas coisas. Alfonso entrou e deu graças a deus por não encontar Gaston, não estava com paciência para isso, ele já sabia exatamente para onde ir, e não gostou de ver que porta esta destrancada, iria conversar com Anahí sobre isso. Assim que entrou no quarto ouviu o barulho do chuveiro e sorriu, ela estava no banho só de imagina-la nua dentro daquele box, o corpo chegou a esquentar, ele se despiu aos poucos com cautela para não fazer barulho. Anahí se assustou com os braços a rodeando se virou assustada, pronta para gritar e ficou surpresa ao ver Alfonso sorrindo para ela. Anahí: Alfonso... Disse surpresa e saudosa. Alfonso: Oi, pequena. Anahí: Quase me matou de susto. Disse se recuperando do susto. Alfonso: Desculpa, quis fazer surpresa. Anahí: Senti sua falta. Confessou tímida. Alfonso: Eu também senti, senti muito a sua falta. Ela nem se reconhecia quando estava com ele, por um impulso tomou a boca dele com um beijo cheio de desejo e saudade. Os dois nus naquele box, não demorou para que as mãos dele deslizassem pelas curvas dela explorando cada pedaço daquele corpo que tinha sido feito sob medida para ele. A língua sugando um dos m*****s, o corpo de Anahí em chama, pelo toque e a saudade. Anahí: Eu quero mais, mais que isso. Estou queimando. Disse ofegante e totalmente ousada. Ele não pensou em mais nada, os corpos cheios de saudades só queriam uma coisa, queriam se fundir, com urgência, com força. Alfonso a impulsionou para enlaçar as pernas em seu quadril e o contato entre suas intimidades fora o suficiente para o fazer perder o controle, meteu de uma única vez, com vontade, ela gemeu alto sem conseguir se controlar, os movimentos eram rápidos e certeiros, os corpos colados e molhados, as unhas dela cravadas em suas costas, até chegarem ao ápice, que não foi o suficiente, para nenhum dos dois, ele fechou o chuveiro com rapidez.Os dois sairam do banheiro aos beijos até chegarem na cama, ele por cima dela, ainda afoitos em busca de satisfação. Não estavam nem se importando de estarem molhando o quarto, a cama, eles só queriam sentir um ao outro, numa entrega total e apaixonada. Entre beijos, chupões, mordidas, lambidas, eles se embolavam nos lençóis até estarem unidos em um só outra vez, com ele por cima indo e vindo dentro dela, as respirações ofegantes, os gemidos, o atrito dos corpos suados. E foi com uma força avassaladora que eles chegaram a orgasmo pela segunda vez. Com as outras as coisas já eram bem diferentes. Dulce terminava sua maquiagem, os olhos bem realçados com rimel preto e uma sombra escura, assim como um batom vermelho quase vinho. A roupa provocante já estava na cama, ela já se sentia outra pessoa, com alguns meses ela já sabia separar a Maria da Dulce, estava lutando para se permanecer forte, garantir sua liberdade um dia, mesmo que para isso ela tenha feito coisas que jamais pensou na vida, que iam contra qualquer coisa que ela já acreditou, como matar uma pessoa. No horário de sempre ela já estava arrumada e pronta para fazer o que tinha a fazer. Enquanto as garotas desciam para o cassino, Anahi e Alfonso desfrutavam da companhia um do outro. Ela deitada no peito dele, enquanto ele alisava os cabelos dela. Anahí: Pensei que não voltaria. Disse quebrando o silêncio. Alfonso: E deixar você? Sem nenhuma explicação? Ele sorriu. Anahí: Você demorou. Reclamou com um pouco de manha. Alfonso: Eu sei, precisei resolver mais coisas do que esperava. Como você ficou? o Gaston fez mais alguma coisa? Disse preocupado. Anahi: Não, até que ele me deixou em paz nesses dias. Evitou tocar no assunto da surra. Alfonso: Pelo menos isso. Ela se deitou por cima dela e apoiou seu queixo no peito dele. - O que foi? Anahí: Por que eu não posso descer? Eu fico entediada aqui. Alfonso: Lá não é lugar para você, pequena. Disse fazendo carinho no rosto dela. - Estou te protegendo e mantendo os olhos de muitos abutres longe de você. Anahí: Eu sei e te agradeço por isso, mas eu fico o dia todo aqui em cima, não tenho muitas coisas para fazer, acho que vou enlouquecer. E nesses dias que você esteve fora foram ainda pior. Alfonso: Annie... Anahí: Eu sei que quer me manter longe de lá, mas será que eu não posso ficar nem com você lá? É serio Alfonso, eu vou enlouquecer se continuar presa aqui. Durante o dia as meninas até me fazem companhia, mas as noites, elas são um inferno, ouço as garotas chorando, apanhando, gemidos. Eu preciso sair daqui por um tempo. Alfonso: Tudo bem, a gente pode descer, eu vou jogar e você me faz companhia, mas Anahí não quero você longe de mim, quero que todos saibam que você é minha, intocavel, me entendeu? Disse sério. E por mais machista que aquilo pudesse soar, ela tinha gostado, a ideia de pertence a ele a agradava. Ela sorriu e o beijou. - Se continuar se esfregando em mim desse jeito, não vamos descer. Anahí sorriu. Anahí: Preciso de outro banho. Disse se afastando dele e saindo da cama. Ele sorriu ao ver o corpo bem moldado dela completamente nu, nem parecia aquela menina tímida de quando chegou. Alfonso: Precisamos. Disse também se levantando. - Mas antes... Ele a puxou pela braço fazendo seus corpos colarem. Anahí: Assim não vamos sair desse quarto nunca. Disse colando ainda mais seus corpos. Alfonso: A ideia é tentdora. Ele sorriu malicioso. Anahí: Afonso! Repreendeu. Alfonso: Eu trouxe uma coisa para você. Disse pegando o blazer e Anahí ficou surpresa ao vê-lo retirar uma caixinha de veludo vermelha. - Assim que eu vi me lembrei de você, dos seus olhos. Ela pegou e arregalou os olhos ao ver o colar. Era lindo, singelo, delicado e encantador aos olhos dela. Anahí: Poncho... Disse em sussurros sem palavras. E ele sorriu feliz, ela quase nunca o chamava de Poncho, e o jeito de como o apelido dele saiu de seus lábios o encantou, se fosse para ouvi-la o chamar de Poncho outra vez a cubriria de joias se fosse necessário. Alfonso: Gosto quando me chama de Poncho. Ele sorriu abertamente. Ela o encarou. Anahí: É lindo, mas não posso aceitar. Deve ter custado uma fortuna. Alfonso: Não quero que pense no valor, só quero saber se você gostou, e me sentiria ofendido se recusasse um presente meu. Anahí: Eu nem sei o que dizer, é claro que gostei, mas não quero que fique gastando comigo. Eu sou muito grata por tudo que já fez por mim. Alfosno: Anahí, escuta o que vou dizer, eu gosto de você, gosto do seu jeito, do seu sorriso, dos seus olhos, do seu jeito menina e também do seu jeito mulher, você me encantou desde o dia do leilão, é loucura pensar que em tão pouco tempo você me fez sentir coisas que jamais senti na minha vida toda. Ela se jogou nos braços dele, o beijando totalmente entregue, ele correspondeu sem conseguir resistir a ela. Anahí: Eu também gosto de você, acho que gostei desde o momento que coloquei meus olhos em você, você foi paciente comigo, carinhoso, quis me proteger, isso só foi me cativando, eu não sei quando exatamente percebi que estava apaixonada por você, mas esses dias longe de você foram horriveis. Ele sorriu. Alfonso: Então aceita, pequena. Me deixa te mimar, cuidar de você, mesmo que ainda não possa te tirar daqui. Anahí: Coloca em mim? Ele assentiu sorrindo. Ela se virou e afastou os cabelos para que ele pudesse colocar o colar. Ele assim que colocou deu um beijo na nuca dela a fazendo se arrepiar com o toque. Alfonso: Prontinho. Ela se virou e ele a colocou em frente ao espelho que tinha no quarto. - Ficou perfeito, realça os seus olhos. Anahí sorriu ao ver que ele tinha razão, o colar de ouro branco, com o pingente de uma flor, cuja as pétalas eram delicadas traçadas em diamante com uma safira no meio, se destacava na pele clara dela e a safira realçava ainda mais a cor dos olhos dela. Anahí: É perfeito. Mas só vou usar quando estiver comigo. Ela tocou no colar. Alfonso: Por quê? Estranhou. Anahí: Não quero que o Gaston veja. Não quero perde-lo. Alfonso assentiu mesmo a contragosto, sabia que se Gaston visse iria arranca-lo mesmo a força se fosse preciso, era um colar valioso. Alfonso: Tudo bem. Mesmo que dissesse isso no íntimo dele não estava tudo bem, ele a queria longe dali, a queria só para ele, queria poder dormir tranquilo sabendo que ela estava segura, o que não era o caso, não enquanto ela estivesse ali, mas ele faria de tudo para conseguir dar uma vida melhor a ela, e isso começaria quando ele a tirasse daquele lugar. Os pensamentos dele foram interrompidos quando ela o beijou, dois acabaram indo para o banho, entre beijos, mordidas, apertões. Mas não passaram disso, ela queria descer, ver gente, e ele não desgrudaria do lado dela.
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