Capítulo 8

1369 Words
Alfonso brincava com cada mamilo seja com a língua ou com as mãos, Anahí sentia todo seu corpo em chamas, jogava todo seu corpo para ele, lançava seu quadril afim de amenizar toda excitação que sentia, queria um contato mais íntimo, queria o sentir. Ele desceu com beijos cada pedaço do corpo dela, mordiscou cada parte dos s***s, como se estivesse explorando cada pedaço, marcando a pele dela com suas marcas, desceu os beijos até a barriga reversando sempre em beijar, morder ou chupar. Ele direcionou o sorriso mais safado a ela ao chegar em sua virilha, ela gemeu só sentir o beijo dele na sua b****a por cima da calcinha. Ele beijou o quadril, mordeu suas coxas, até com os dentes tirar a calcinha dela, que no joelho ele terminou de tirar com as mãos. Ele já estava duro desde que começaram a se beijar, mas ao vê-la completamente nua, o p*u doeu de tanto t***o. Ele retirou a calça junto com a cueca e ela o observou, era primeira vez que via um homem nu, ele sorriu com a timidez dela. Alfonso: Relaxe, eu não vou te machucar, pelo contrário. Deu um sorrisinho safado, ela não sabia o que dizer, então só assentiu de leve com a cabeça. Ele beijou a virilha dela, e ela sentiu o corpo de arrepiar ainda mais, beijou as coxas, afastou as pernas dela, ela se sentia exposta daquela forma, mas todos os pensamentos se esvairam ao sentir a língua na sua b****a. Anahí: Ahhhh! Puxou o cabelo dele em uma falha tentativa de se acalmar, podia sentir se quebrando em cada pedacinho por dentro, ao sentir a língua dele explorar cada pedaço dela, ele chupava o c******s, lambia e só parou quando sentiu o g**o dela em sua boca. Era bom, era doce. E tinha gosto de inocência. Ela o puxou pelos braços e o beijou, podia sentir seu próprio gosto na boca dele, ela nem sabia o que estava fazendo, só não queria parar. Ela sabia que tinha gozado, pela primeira vez um homem fazia aquilo nela. Ele acariciou o c******s dela com o polegar e com outro dentro a penetrou, estava mais que pronta para recebê-lo, mas não iria fazê-lo se ela não quisesse, se afastou e ela gemeu frustrada. Anahí: Fiz alguma coisa errada? Perguntou com receio. Ele sorriu. Alfonso: Não, você não fez nada de errado. É só que eu disse que ia te mostrar umas coisas, não quero que se sinta pressionada a t*****r comigo. Anahí: Bom, você... como eu posso dizer.. tem seus direitos, afinal foi um milhão. Disse agora se sentindo humilhada. Ele se sentou na cama e respirou fundo. Alfonso: Eu nem sei porque dei os lances. Eu não tinha intenção de tirar sua virgindade. Disse se sentando na cama e ela pode ver sinceridade no que ele falava. Anahí: Então, por quê? Alfonso: Eu não sei. De verdade, eu não faço ideia. Eu só não achei justo com você. Eu vi, vi como você estava triste e eu sabia que qualquer outro homem naquele salão iria tomar nem que fosse a força a sua pureza. Ela sorriu de leve. Anahí: Fez para me proteger. Concluiu e ele assentiu. Alfonso: Mas eu não ia me deitar com você. Só que... Caramba você é linda e chega ser uma tentação e tanto. Eu entrei nesse quarto e tudo mudou. Anahí: Eu bom, prefiro que seja com você. Ele se virou surpreso. - Eu não sei o que vai ser de mim daqui para frente, e esses caras..bom, eles são cruéis, se eu posso dentro dessas condições escolher. Eu escolho você. Disse certa do que queria. Com ele seria menos pior, ela pensava. Alfonso: Você tem certeza? Não quero que faça isso pelo dinheiro. É sério. Eu dei o lance mais alto para impedir que você caísse nas mãos deles, mas não foi para me deitar com você. Anahí: Eu prefiro que seja com você. Você quis me proteger. Alfonso: Eu não estou em condições de resistir nada. Por isso eu queria saber se você tem certeza. Disse apontando a ereção e ela corou assentindo. Ele voltou a se deitar na cama com ela, a beijando, a estimulando até que se posionou entre as pernas dela e distribuindo beijos pelo o pescoço, o ombros para que ela relaxasse, foi a penetrando, devagar. Forçou até esta todo dentro dela. Para Anahí foi angustiante a princípio, a sensação de estar sendo invadida, de ser alargada, a dor que sentiu era como se algo se rasgasse dentro dela. Ela sabia que doía na primeira vez, mas nunca pensou que seria daquela forma. Ela nem entendia como as pessoas, as amigas dela perderam a virgindade tão cedo, se doía. Ele se manteve parado para que ela se acostumasse. Aquilo era novo para ele também. Ele nunca tinha transado com uma virgem. Anahi: Dói. Disse com vontade de chorar. Ele sabia que a primeira vez de uma garota doía um pouco. Alfonso: Vai passar, só não se mexe, espere se acostumar. Começou a beijar o pescoço dela, afim de relaxá-la. A boca dela procurou a dele, e durante o beijo ele começou a se mexer, Anahi esperou a dor vir, mas não foi assim que aconteceu, ela começou a sentir prazer, apesar da sensação de estar sendo alargada, invadida, era bom. Ela estava gostando. Soltou um gemido de prazer que foi a perdição dele. Era natural, baixo, não escândaloso. E ele estava gostando, não só como os corpos se encaixaram, de como ela era receptiva e quente, como também dos gemidos dela no seu ouvido. Aos poucos ele já estocava nela como realmente queria, da forma que queria, os dois gemendo, os corpos se movendo em um ritmo desesperado, suados. Alfonso: Assim...isso...Como voce é apertada. Gemia no ouvido dela e aquilo só servia para dar mais prazer a ela. Ela sentiu o corpo se contrair, era mais forte, incontrolável. - Deixa vir. Pediu e ele sentiu a b****a dela o apertar ainda mais e ela gozar arranhando suas costas aquilo desencadeou o orgasmo dele em seguida. Ele caiu para o lado na cama assim que saiu dela. Estava exausto, nunca tinha sido tão bom. - Você gostou? Perguntou ofegante ao lado dela, os dois olhando para o teto. Anahí: Gostei. Disse ainda ofegante. Alfonso: Que bom! Sorriu satisfeito. Anahi: Voce gostou? Perguntou envergonhada, mas tinha medo dele não ter gostado, ou de ter feito alguma coisa errada. A mãe dela nunca conversou com ela sobre sexo. Tisha esperava que quando ela sentisse que fosse o momento, quando a filha estivesse em um relacionamento sério a conversa surgiria, não com os namoricos rápidos que a filha teve. E como ela nunca foi muito de sair, de namorar, sempre deixava o assunto para depois. Anahí sabia de algumas coisa, mas não tinha ousadia para tal. Começando a trabalhar cedo para ajudar em casa, quase não sobrava tempo para os namoros ou saídas com amigos. Nunca teve intimidades com os namorados para sequer chegar a segunda base, mas isso não quer dizer que ela não conhecia as coisas, ela só não fez ou não se achava preparada para tal. Alfonso: Foi ótimo, você foi maravilhosa. Disse sorrindo. Agora ela não sabia como agir. Anahi: Você vai agora? Perguntou imaginando que agora ele pegaria as coisas e iria embora, como sabia que muitos caras faziam. Ainda mais naquele lugar, ela imaginava que fosse assim. Alfonso: Você quer que eu vá? perguntou não gostando da ideia, queria ficar mais um pouco, e não queria que ela fosse demais ninguém naquela noite. Anahi: Não! se apressou em dizer e ele gostou. Alfonso: Vem cá. Disse a acolhendo em seu peito. Não demorou para que ela dormisse, mas ele ficou ali pensando o que estava acontecendo com ele, nas transas casuais, ele nunca ficava para depois e nem com Diana ele dormia assim, ela o procurava, mas ele se virava. Não gostava dessa história de domir agarrado, mas estava gostando da sensação de ter Anahí no seus braços, sentia uma necessidade absurda de protegê-la. Em uma noite ele fez tantas coisas que jamais imaginava fazer, e tudo por causa daquela garota. Que p***a estava acontecendo com ele?
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