O que era isso? Sim, exatamente o que eu precisava. A masculinidade do corpo em que eu estava sentada. Queria vê-lo. Queria sentir isso mais. Não era justo que ele a apalpasse e ela m*al pudesse tocar o peito e as costas dele. Ela estava com os olhos fechados, mas abriu-os quando o ouviu. — Sei que você quer me tocar. Interrompeu com a respiração ofegante. — ... Faça isso, esposa. Toque-me o quanto quiser. Elisa agradeceu por estar apenas com uma camiseta, porque assim se despiu mais rápido. Ou ele fez isso. Ela não tinha certeza. Quando viu de perto o corpo que farejou de longe, os seus olhos escuros brilharam. Era tão atraente que Elisa ficou grudada nos abdominais, no peito firme e nos ombros largos do homem. — Não só olhe, toque. Disse-lhe e pegou na mão dela e guiou-a para

