ZL Papo reto, eu tava sentindo uns bagulho muito louco. A cada palavra que eu falava, o Pedro me olhava todo encantado. A Nicolly explicou que era porque ele sempre ouvia minha voz, e eu tava viajando… uma sensação doida do c*****o. ZL: Amo vocês pra c*****o. – Beijei a testa da Nicolly, que deu um sorriso enorme. Nicolly: E a gente também te ama, mais ainda. – Me abraçou de lado. – Pode chorar, ZL, eu sei que você quer. – Falou irônica, e eu ri mais irônico ainda. ZL: Se cansa de ser feia, não, né? Tadinha. – Bati de leve na cabeça dela e ela sorriu, deitando no meu peito. E estávamos nós três ali, deitados na cama: eu, ela e o Pedro Henrique. O menorzinho já dormia todo largado em cima de mim, e a Nicolly passava as unhas bem de levinho nas minhas tatuagens, enquanto eu fazia carin

