Apenas o vi, caindo andares abaixo com seu corpo despencando com uma leve pluma levada pelos ares, encontrando quem sabe o seu destino. Desperto no meio da madrugada e vou à procura de alimento, lembro—me do que recolhi da última vez que estive na cidade. Ligo a televisão torcendo que funcionasse, a imagem estava em preto e branco, passando um seriado antigo. Foco minha atenção para assistir, como um passe de mágica relembro meu celular no meu bolso. Estava com ele o tempo todo, certifico—me de que estivesse carregado. Infelizmente estava quebrado, não podia fazer ligação estava sem sinal ou internet. Fico observando as fotos, tiradas no período em que minha vida parecia normal. Debruçada sobre a janela olhando o que poderia acontecer. Sem imaginar as proporções do belo terror

