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- Olhei e era ele. Lobão. - Ele segurou o braço do cara como se fosse um pedaço de papelão, tava pedindo pra ele me bater, dava pra ver nos olhos dele que ele tava doido pra ter um motivo pra quebrar o infeliz. E foi o que ele fez: começou a socar o Aladim sem dó nem piedade, empurrou ele com tudo contra a parede de madeira que fechava o espaço do pagode, e ficou lá em cima dele, batendo, segurando, irredutível. - Eu tentava puxar ele, tentava tirar ele de cima do cara, gritava pra ele parar, mas ele não saía de lá, parecia uma máquina. Até que o Th chegou correndo, vendo a confusão, perguntando o que tava acontecendo, quem era o cara, e ninguém falava nada, todo mundo parado olhando. — Leonardo, para com isso, pelo amor de Deus! Eu sei me defender sozinha, não precisava de nada disso,

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