Depois de beber a cerveja, Ricardo se ofereceu para preparar o guacamole. Aproveitou que eu estava com a faca na mão e pediu ajuda para cortar os temperos. Não forçou a barra, nem agiu como um b****a quando comecei a chorar por causa da cebola. No início foi estranho, pois eu estava na defensiva. Pela primeira vez em anos, não me senti incomodada na presença dele. Apesar de eu ter consciência da presença dele o tempo todo, não me senti assediada. Ele não fez nenhuma brincadeira com segundas intenções, como lhe era de costume. Sem tentativas de toques indesejados, seja na mão, no cabelo, na cintura. Nada. Ele se mostrou ágil com a faca e organizado na cozinha. Liana tinha preparado o feijão mexicano e o porco, conforme ele havia orientado antes de sair com Carlos para comprar as tortilh

