Liana "Bom dia", a voz suave e angelical da enfermeira é como lixa contra meus tímpanos. Por que, em nome de tudo o que é sagrado, eles precisam me acordar às cinco da manhã? Por que as pessoas doentes não têm permissão para dormir? "Ainda é noite", reclamo enquanto puxo o cobertor sobre o rosto para fugir da luz. Não consegui ter uma boa noite de sono. Entre os barulhos desconhecidos, eu continuava acordando. Sem mencionar a dor lancinante no peito à uma da manhã. Era tão doloroso que pensei estar tendo um ataque cardíaco. Mas tão repentinamente quanto apareceu, desapareceu. "Desculpe", ela diz suavemente, levantando meu braço para medir minha pressão sanguínea. "Serei rápida." "Que dia é hoje?", bocejo enquanto viro para ficar de costas e olho para ela. "Quarta-feira", ela sorri. "

