Capítulo 2

1064 Words
Os dias foram se passando e o óbvio infelizmente não demorou a acontecer a dona sully logo adoeceu tendo febre bem alta, calafrio, fraqueza e perda de apetite fazendo que perdesse mais peso do que deveria e mesmo que o Jhonny, pai da Yuna tentasse tornar o impossível virar o possível, mesmo assim as coisas não era das mais fáceis e no meio do desespero Yuna lembrou que havia um avô e tio que morava no Brasil então sem perder tempo pegou sua carteira para ver a quantidade de dinheiro que havia acabado economizando dando total de setenta reais então sem dar muito explicação a jovem foi até uma moça que estava na beira da calçada mexendo em seu celular ouvindo de trás seu pai chamando-a desesperadamente de medo que algo acontecesse com sua filha que timidamente cutucou levemente a senhora que virou-se na direção da Yuna. — Será que a senhora poderia me emprestar seu celular? Preciso ligar para um m****o da minha família que mora no Brasil… - fala a Yuna para a senhora — Olha garota, ligar para o Brasil custa caro… - responde a mulher meio desconfiada Então Yuna dar um breve resumo do que tinha acabado de acontecer, prometendo que assim que arrumasse trabalho pagaria o preço que a senhora lhe pedisse que por sorte da Yuna a mulher ficou comovida pela sua história e deu o celular para a mesma efetuar a ligação que foi rápida e assim que tudo estava combinado Yuna desligou pegando dez reais para pagar a mulher que recusou o pagamento da mesma com um sorriso em seu rosto. — Não precisa pagar nada, chega lá no Brasil em segurança com seu país mas se me permite poderia me aguardar um momento? - pergunta a mulher Yuna faz um sinal positivo com a cabeça e volta para seus pais enquanto aguardava aquela mulher voltar que tinha ido embora, minutos depois voltou com duas sacolas que entregou para a Yuna que não estava entendendo o que estava acontecendo enquanto seus pais estavam por trás da jovem pronta para agir caso acontecesse alguma coisa. — na primeira sacola há comida para vocês comeram na viagem quanto a outra um celular para que assim que vocês chegam lá consiga ligar para seu familiar para avisá-los da sua chegada - explica a mulher Os pais da Yuna tentaram negar, mas a mulher foi mais teimosa negando ouvir um não como resposta, explicando que tempo atrás ela também havia passado por necessidade e sabia o tão r**m que era de passar fome e que ao ouvir a história da família da Yuna e deles que se comoveu tendo flashback de quando passou por isso, os pais da menina agradeceram a mulher que sussurrou algo no ouvido da Yuna e assim se retirou. Assim a jovem levou seus pais até o aeroporto onde foi até o balcão pedir o custo de cada passagem que por sorte estava em mega hiper super promoção sendo vinte reais de desconto o que Yuna e sua família estranharam no início mas mais tarde descobriram por uma carta que estava em uma das sacolas que aquela mulher de mais cedo havia pago já mais que a metade da passagens dos três e tanto a sully quanto o Jhonny estava agradecendo por esse milagre ter acontecido com eles, desejando que nenhum problema ocorreria futuramente com a Yuna como por exemplo de a mulher retornar pedindo um reembolso ao favor que fez para eles hoje, torcendo que fez por bondade e que não havia feito isso por maldade. Após ter sua passagem Yuna e seus pais colocaram a sacola de comida que a mulher lhe deram na mala que despacharam em seguida adentraram na área indo buscar o portão de embarque, logo que chegaram foram diretamente até a fila que assim que anunciaram a partida todos adentraram para o avião que não demorou a decolar. Logo que o avião chegou ao céu uma aeromoça veio com o jantar tendo opção para frango a parmegiana ou vegetariano que os pais da Yuna pediram a segunda opção quanto a mesma escolheu a primeira, preferindo mil vezes de que comer vegetariano. Quanto o pai tanto a mãe da Yuna nunca havia viajado antes portanto estava com uma pergunta rodeando a suas cabeças que não queria se calar que a dona sully tomou a iniciativa em perguntar para sua filha que estava sentada ao lado dela. — filha de onde você conseguiu tanto dinheiro assim, que eu me lembro seu pai e eu não te demos… - pergunta a mãe para a filha — foram vocês sim que me deram esse dinheiro era para ser o lanche da tarde quando estudava que achava caro e comprava apenas uma maçã e uma água para enganar minha barriga, guardando todo o resto que sobrava em caso de emergência… - responde timidamente a Yuna para mãe. sully olhou para o seu marido que devolveu o olhar da sua esposa, não havia como dizer que não sentia orgulho da sua menina pois se fizesse de fato seria mentira e não havia palavras para que eles conseguiram descrever esse sentimento de alegria ao ver que sua menina havia crescido tão bem se tornando quase uma jovem adulta mesmo sendo apenas uma adolescente que queria apenas ajudar os seus pais pois não gostava de ve-los triste e chateados. Depois daquela conversa aquele assunto de mais cedo morreu, a aeromoça veio recolher os pratos vazios dos pais da Yuna e da mesma que em seguida acabaram adormecendo, cansados após ter um dia tão corrido que tiveram hoje sendo acordados para o café da manhã onde já havia amanhecido anunciando que não demorariam para eles chegaram para o Brasil onde assim que recuperaram as bagagens após desembarcar, Yuna pegou aquele celular que a mulher comprou para ela na Coreia indo comprar um chip que pediu para o atendente botar para ela em seu celular, discando o número do tio da mesma para avisar que já haviam chegados, onde a primeira coisa que eles teriam que fazer era aprender a língua portuguesa para conseguir se comunicar, sabendo falar apenas o coreano e onde os mesmos se sentiram completamente perdidos até que ouviram uma voz conhecido falando com eles em coreano, chamando a atenção das demais pessoas que estavam ao redor deles. — Finalmente, vocês chegaram! - fala uma voz familiar
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