Meus ombros relaxam. Ele sorri para mim, e, por um instante, a leveza do ar ao nosso redor parece preencher todos os espaços. Ele pega minha mão e me guia até o sofá, com um gesto natural, como se estivéssemos naquele momento, e em todos os momentos futuros, só nós dois. — Verdade? Que bom para mim! — digo, sem conseguir esconder o alívio na voz. A resposta dele parece aliviar a tensão que havia se instalado no meu peito. Ele sorri, e me faz sentar, enquanto se afasta para preparar o café. A casa parece de fato minha agora, com a calma que ele transmite em seus gestos. — Bem. Agora descansa enquanto eu faço um café para nós. A casa é sua... Eu sorrio de volta, sentindo que, naquele instante, mais do que a casa dele, ele me oferece um pedaço de si. — Nem acredito que ficarei uma semana

