Mermão, se a brisa já tava insana, agora o bagulho ia virar uma carnificina de puro t***o. Eu não tava com pressa de pular etapa nenhuma, porque o meu maior prazer nessa p***a era ver a minha anja perder o juízo todinho na ponta da minha língua. Mantive a pegada firme, segurando as coxas fartas dela com as mãos calejadas para garantir que a Serena não ia escapar nem um centímetro do meu alcance. O corpo pequeno dela tremia inteiro em cima do colchão, a pele quente colada no lençol, brilhando de suor debaixo daquela luz fraca. — Tu tá achando que vai ser rápido, anja? — rosnei contra a pele sensível dela, a voz grossa e arrastada fazendo a mina arfar ainda mais fundo. — O pai vai te desmanchar aqui em cima. Presta atenção no ritmo. Desci a boca na b*******a dela. A minha língua mergulhou

