Capítulo 61

1289 Words

PEDRO O relógio marcava pouco mais de 18h quando entrei na sala de Diego, e a cabeça já pesava do dia dividido entre o trabalho e as inquietações que a conversa da Vitória no telefone havia provocado. Aquela voz... não saia da minha mente, igual um disco arranhado. Algo ali não cheirava bem, e meu instinto dizia que não era só paranoia. Diego estava encostado na cadeira, com um sorriso estranho e incomum. Ele é meu melhor amigo, meu braço direito, e também o único que entende quando meu humor muda do zero ao cem em segundos. — Diego, preciso de você.— chamei, enquanto ele digitava algo no computador. — Diz logo, chefe. O que aprontou agora? Eu me joguei na cadeira e soltei um suspiro pesado. — Ouvi Vitória no telefone. Falando sobre dinheiro, uma tal de herança, e algo me diz que ela

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