Meu corpo ainda pegava fogo dentro do carro que me levava embora. O motorista dele fez questão de me levar. O frio que castivaga as ruas da cidade não me afetavam, eu estava completamente absorta pelos pensamentos perversos que Viego plantou na minha cabeça, o fogo percorria todo o meu corpo. Eu não conseguia parar de pensar em suas mãos deslizando pelo meu corpo, a forma possessiva que ele me agarrou, como se eu fosse dele, como se eu fosse da sua posse. Nunca senti esse sentimento e por mais feio que era pensar que alguém possa ser posse de outra, eu gostava daquilo. Gostava daquela sensação. Maldit0. Minhas pernas estavam bambas, sentia minha calcinha completamente molhada. O sorriso, a voz, o arrepio que ele fazia correr pela minha espinha estavam a todo instante na minha cabeça,

