Graziella No dia seguinte do meu ato de loucura, recebi a notícia que o Nikolai havia ido embora, sem sequer uma mensagem ou agradecimento. Eu sabia que ele queria ficar longe de mim, mas não a esse ponto. Passei os dois dias que se seguiram deitada na cama, sob o pretexto de estar doente. Meu corpo todo doía e eu já havia identificado no espelho várias marcas. No meu seiio, um chupão ou uma mordida, que deixou uma bela mancha vermelha, minhas pernas estavam marcadas das amarras e minha bund@ estava marcada com os cinco dedos do Nikolai. Sem contar o vazio enorme e a tristeza eminente. Não sei como funciona o pós-f0da, mas esse parece um tanto vazio e depressiivo. Minha mãe entrou no meu quarto pela milésima vez, desta vez trazendo uma sopa. — Mãe, eu não quero. — alertei. — Filha, v

