Tentativa de fuga parte 2

802 Words
Juliana Acordei já havia amanhecido e meu corpo protestou de dor gemi e levantei do chão não queria ter dormido, mas meu corpo estava tão cansado que não aguentei, mas hoje seria diferente eu só precisava de uma oportunidade olhei em volta e havia outra troca de roupa pendurada em uma arara não tive opção a não ser tomar banho e trocar desci até a cozinha e lá já peguei os materiais que precisava para limpar nem ao menos questionei apenas trabalhei o máximo que pude e quando fui comer separei uma parte do pão ao término do almoço voltei a trabalhar dessa vez eu limparia o pátio não consegui ver nenhum guarda ao redor essa era minha chance peguei o que eu guardei escondido perto de uma árvore e corri o mais rápido que pude, achei estranho ninguém estar ao redor, mas continuei correndo saindo das construções ao redor de repente meus pés afundaram na areia e meu olhar focou no horizonte vasto não existia nada além de areia, estava quente e as roupas começaram a grudar na minha pele, mas minha mente me impulsionou para seguir em frente o tempo passava e o ar ficou cada vez mais pesado não sabia quanto tempo estava fugindo, mas minhas pernas quase não me sustentou e eu caí no chão o sol queimava como nunca e eu desmaiei. Zayan  Sabia que ela estava para agir, mas dei corda a ela e como eu suspeitava ela fugiu eu tinha homens pela casa vigiando e quando me informaram eu peguei meu cavalo e fui atrás dela minha pequena era formidável com muito fogo dentro dela corri para perseguir minha amira, mas parece que ela conseguiu correr mais do que eu pensava segui os rastros dela e os pés começaram a afundar na areia parecia que ela estava se cansando os rastros se arrastavam segui até uma duna e a vi caída atrás dela contornei e desci do cavalo senti seu pulso batia normalmente, mas estava muito quente a segurei nos meus braços e depois subi com ela voltando a galopes para casa sorri. — você foi bem longe amira. Alguns minutos depois chegamos eu levei para o meu quarto dessa vez e a ajudei a retirar a túnica ficando apenas com as roupas de baixo molhei uma toalha e comecei a passar no seu corpo para refrescar.  Logo ela estava com o corpo mais fresco e eu a cobri com um lençol. -Acorde você voltou para os meus braços. Ela mexeu seu corpo e eu vi seus olhos abrirem ela olhou para os lados. - Não. sua mão se fechou em um punho. -Porque eu voltei? -Eu te trouxe se não você não estaria viva numa hora dessas agora beba um pouco de água. Seu rosto ficou vermelho de raiva mas ela ainda tomou a água que eu ofereci. - É melhor não pensar em fugir novamente ou eu posso chegar tarde demais. - Você sabe muito bem que eu fugirei de novo e continuarei fugindo até eu ser livre ou morrer tentando. - Não você será minha amira. -E o que esse maldito nome significa? -Princesa Juliana você será minha princesa... -O quê? -Eu te escolhi como minha e nada pode me fazer desistir disso. -Sua o que propriedade porque eu não vejo você me falar em amor? - Você lê demais amira não há amor nisso eu só pego o que eu quero e nesse momento eu quero você. -Minha mãe deve estar me procurando. -Pode procurar, mas achar é outra história meu povo é muito antigo ninguém conhece esse lugar agora aceite que será melhor hoje você não precisará trabalhar para comer mais amanhã tudo volta ao normal não sou bondoso. Ela saiu da cama retirando o lençol que eu a cobri e se viu sem sua túnica. -Seu ordinário pervertido. -O que eu não te toquei ainda apenas cuidei do seu corpo, mas se você quiser posso mudar de idéia. -Se afaste de mim. -Esse é o meu quarto. - Então me deixa voltar para o outro quarto? -A porta está aberta pode ir. Ela me olhou desconfiada, mas saiu da cama assim como saiu caiu no chão seu corpo estava desidratado eu fui até ela e a coloquei na cama cobrindo o seu corpo com o lençol novamente. - É melhor descansar aqui hoje não vou te tocar pelo menos hoje ainda não. Ela me olhou nos olhos e virou a cabeça. -Mohamed peça para trazerem algo para ela comer. Logo minhas ordens foram atendidas e uma bandeja foi trazida eu a coloquei em seu colo. -Pode comer recupere suas forças amanhã lutamos novamente. Sai do quarto deixando-a ali, mas esperei ao lado de fora por uns momentos até que escutei o som dela comendo e sorri. Continua...
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