Pietra A manhã começou como qualquer outra. Acordei cedo, segui minha rotina habitual e deixei Isaque na escola antes de ir para a lanchonete onde trabalhava. O movimento estava tranquilo, com alguns clientes regulares aproveitando o fim do horário do café da manhã. Mirella, uma cliente habitual que sempre vinha mais tarde devido ao seu emprego noturno, sentou-se em seu lugar próximo ao balcão. — Bom dia, Pietra! Como você está hoje? — Mirella perguntou com seu sorriso caloroso, enquanto eu preparava seu café. — Bom dia, Mirella! Estou bem, obrigada. E você? Como foi sua noite no trabalho? — Respondi, tentando manter um semblante leve apesar da exaustão que sentia. Nossa conversa fluía naturalmente, como acontecia todos os dias. Mas então meu telefone tocou, interrompendo-nos. Olhei pa

