Assim que Bernardo escutou a voz de Júlia, ele colocou a roupa, e eu olhei aos prantos para a mulher, achando que ela fosse ter piedade de mim por também ser mulher. - Senhor? - Júlia, me deixa, não venha com falso moralismo. - Foi em direção ao banheiro. - Pode me vestir? - Pedi. - Claro! - Júlia colocou a minha roupa e eu me pus a chorar. Pensei que ela fosse me livrar daquela situação, mas não. Júlia acabou se desentendendo com o homem por conta do que viu, ela disse que isso já era demais, mas ele nem ligou para o que ela achava. A mulher não fez nada em relação a isso, porém, senti que desde então, ela evitava me deixar sozinha com ele, a não ser quando precisava ir ao banheiro ou tomar banho, e quando isso acontecia, ele aproveitava para me beijar ou me tocar rapidamente, e amo

