- Me perdoe Lucas! Eu tive outra crise de pânico no momento em que você os chamou para conversar! Eu saí sem rumo e parei na cachoreira. - Respondi ainda no abraço com a voz trêmula de choro e ele acentiu me soltando. Ele me olhou acariciando o meu rosto e me deu um selinho longo com carinho. Ouvi meu pai suspirar seguindo para a cozinha. - Eu preciso de uma bebida! - Meu pai resmungou e todos riram e Tio Will foi atrás do meu pai... Mas lá no fundo eu sabia que meu pai queria beber para comemorar ou se sentir orgulhoso ao invés de medo e tristeza. - Tia Carol? Eu queria ter uma conversa particular com Alice em meu quarto... A senhora permite? - Lucas olhava minha mãe sério. Lucas era responsável e minha mãe sorriu confirmando. Mas meu pai voltou no mesmo instante. - Aberta! Porta abe

