Liv narrando: As palavras de Luna Rebecca ecoaram pelo grande salão, aumentando de intensidade como se ela tivesse algum tipo de habilidade especial que o fazia. Elas se espalharam para todos no salão — guarda e servo — até chegar aos meus ouvidos. Pisquei duas vezes. A Luna saiu de sua mesa, cruzou as mãos, olhou para os seus filhos e balançou a cabeça. — Melhor ser uma das suas piadas casuais, senão nunca deixarei meus meninos tomarem uma ômega como parceira. A maneira como ela pronunciou a palavra ômega de forma amarga me abalou até a alma. Dei um passo para trás, e minha respiração se acelerou. Olhei para os meus sapatos e percebi que minha visão começava a ficar turva. Lágrimas? Sim, eram lágrimas. Eu estava ferida novamente, em uma escala maior. Max tentou argumentar. — Mas..

