Castiel... Para o que eu vou fazer agora, preciso de uma garrafa de uísque e um maço de cigarros, as cenas não somente são perturbadoras, como despertam o pior dentro de mim, um lado ao qual eu não conhecia, mas que despertou, aflorou e ganhou morada. Ligo a imagem, e deixo que o líquido amarelo faça o seu trabalho, estou no meu terceiro copo, só assim consigo iniciar, e mesmo com todo álcool circulando o meu organismo, sinto as minhas vistas vermelha, com puro ódio nos olhos, inicio a gravação. — Dá um sorriso bebe, não seja tímida, não está com saudades do seu amor? — a voz debochada do desgraçado, soava nojenta e fria, aumentando a minha raiva, seguro o copo com força, a ponto de que sei, se não me controlar, corto a minha mão. — Sorri bebe. — Ele insiste, Paulina, chora, amarrada,

