Capítulo 02

1014 Words
Castiel Gianni Termino de ajeitar as mangas da minha camisa social, essa reunião foi mais uma das cinco que tenho hoje, com a queda da Adidas, os meus acionistas, estão rebolando para recuperar o prejuízo em outras ações, não que tenha feito muito estrago na minha carteira, mas o mercado financeiro é um mar de possibilidades, e eu quero faturar, e não perder, por mais que o miserável seja um adversário invencível. Mas eu também não sou um oponente fácil, e é por isso que o meu amigo, Igor, precisa trabalhar o dobro hoje, amanhã e o resto da semana, como o meu braço direito e vice-presidente desta corretora que eu fundei a onze anos atrás, hoje com os meus 35 anos, não me vejo sem ele quando preciso-me ausentar, não é a primeira vez que uma empresa entra em colapso, e está viagem ao Mato Grosso já estava arquitetado fazia sete meses. Tenho muitas terras neste estado e pretendo fazer uma pequena fortuna, o lugar é isolado do resto de todo o planeta, então empresas poluentes ou algo do gênero é uma boa opção também, preciso ver se o solo é fértil, se uma boiada sobreviveria nessas redondezas. Nasci e criei-me em São Paulo, filho de pais médicos, nunca me vi na profissão e nem trabalhando muito, com pouco rendimento, aos 19 anos, fiz meu primeiro milhão, desde então tenho muitos lucros, apenas analisando gráficos e suas probabilidades, meu império vai desde robôs programados para agir na bolsa de valores, até dar aula para os melhores alunos do mundo. Eu já cheguei aos meus trilhões de reais, hoje quero fazer pessoas comuns chegarem também, mas um homem como eu, sou comum, tenho os meus demónios e incertezas, meus tremores, pecados imperdoáveis aos meus olhos, uma vida desregrada de pecados sórdidos. Mas a mídia não precisa saber, meus pais perfeitos também não, muito menos minha irmã de quinze anos, eu tinha os meus segredos podres, que levaria para o túmulo comigo, todos temos recaídas, e talvez eu não quisesse sair da minha podridão. — Pretende voltar que dia? — Breno, o meu assessor ajeita as suas malas atrás de mim, a sua presença é indispensável nas minhas viagens. — Depende do que eu vou encontrar, Carlos disse que existe uma família morando por aquelas regiões, a mãe morreu, preciso ver de perto a delicadeza do problema. — Carlos, é um capanga confiável do meu pai, e trabalha na cidade vizinha, como é tudo muito distante e longe, apenas compramos aquela região toda praticamente por conta da oferta baixíssima na época, hoje, passado mais de anos, decidi ir no local, se quer já pisei meus pés por aquelas terras, entretanto, não pretendo mais perder dinheiro. Minha viagem vai ser rápida, vou oferecer trabalho para está família, afinal já moram anos ali, e mesmo sendo invasão, darei está chance para esses pobres coitados, fora que eu precisarei de mãos árduas para o trabalho pesado. — São caipiras, não nos darão problemas. — Meu primo, Breno, além de ter meu sangue, pensa como eu, age da mesma forma, e deve ser por isto que somos tão compatíveis, ele tem consigo meus maiores segredos, seja por confidencias minhas, ou por ser meu advogado a fazer os contratos para minhas submissas. — Letícia, já está pronta? — Como é uma viagem longa, pretendo me divertir também, nem só de trabalho se vive um homem. — Imagine se não, já está em seu assento no jatinho. Letícia, era minha nova submissa, estava comigo pouco mais de cinco meses, logo estava na hora de trocar, elas ficavam no máximo seis meses, e a data de validade da nossa relação, ou melhor do nosso contrato, estava acabando, não que eu não tivesse o poder de encerrar quando quisesse, mas gostava de manter minha palavra, e a bela loira estava fazendo bem seu papel. Não sou praticante de todos os níveis do b**m, minha área é a de dominador, ter uma mulher totalmente nua, de joelhos e submissa a mim, mexe com todos os meus sentidos e fetiches, com cláusulas limpas e diretas ao ponto, proporciono prazer para minha acompanhante e ela deixa com que eu faça o que quiser com seu corpo. Não abro mão de alguns tapas, e uns puxões de cabelos, mas é toda violência junto a cordas que a submissa terá de mim, o sadismo não me atraí, mas não tenho nada contra quem o prática, cada um sabe como se satisfazer. Horas depois... Minha mansão em São Paulo até Mato Grosso leva duas horas, mas até a cidade mais próxima de Rondonópolis, são mais duas horas de carro, teremos que ficar em uma pousada meia boca, fomos obrigados sendo a única mais perto das minhas terras, se o lugar for bonito posso até pensar em uma área para o turismo. A cidade de Pedra Preta, não é tão diferente, com seus 80.000 habitantes, as casa velhas e algumas recém construídas, o centro compõem pequenos comércios, de longe é o melhor lugar que já estive, mas servirá por hora. Ainda são 13:00 hora da tarde, depois de fazer nosso check in na pequena pousada com uma senhora chamada, Carolina, descido explorar a cidade com Letícia, mesmo levando minha submissa em poucas viagens, ela sabe como se comportar. A pequena cidade não tem muito o que ser visto, um pequeno museu, com artes pacatas nos distrai em alguns minutos, o sol, é escaldante, então decido que é hora de voltarmos ao nosso, nada luxuoso hotel. Saio do banheiro vendo a minha, deliciosa submissa nua, me esperando da forma que eu gosto, as suas pernas estão arreganhadas para mim, minha toalha é tirada com facilidade, e o meu m****o avantajado, não está com tempo para preliminares. — Desce. — Ordeno para que venha até mim, com esta única palavra ela sabe o que espero de sua boca. Sentindo a quentura da parede que cerca meu p*u, anoto mentalmente que amanhã, logo cedo, vamos até minhas terras, hoje, por conta do horário, já não enxergarmos nada quando chegássemos no fim de mundo.
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