Quando ele me fez o convite de ir até seu apartamento, meu estômago gelou. Fiquei nervosa, e quis sair do carro inúmeras vezes, em pequenos surtos secretos que ele m*l percebeu. Porém, depois de um tempo, me senti menos desconfortável. Ele puxava assunto quando me via calada demais, me fazia rir falando bobagens. Automaticamente estávamos aprendendo a lidar um com o outro, como se estivéssemos nos adaptando com nossas personalidades, pois é claro que ele presava para que esse plano desse certo, então era importante mantermos uma boa relação comunicativa. Ele insistiu que passássemos a noite juntos, para conversarmos e nos conhecermos melhor. Ele prometeu que me levaria pra casa antes que ficasse muito tarde, se preocupando com meu horário de trabalho amanhã cedo. — Confesso que os qua

