A sua voz é ouvida alta e rouca, confirmando o que Melody disse, não há muito que eu possa ver, aqui as luzes também estão apagadas e a única luz que ilumina parcialmente o quarto é a do celular dela e o meu. Cortei o espaço, vendo os lençóis escuros que a cobrem da cintura para baixo. — Eu não sabia que você estava esperando por mim. Eu falei e pude ver como ela ficou tensa, então se virou e fechou os olhos em negação. — Como você entrou? Ela pergunta, quando termino de chegar à sua cama. Ela parece doente. Tiro os sapatos com a ponta do pé, vendo os seus olhos azuis que se destacam na escuridão, parecem lacrimejantes e o meu instinto me leva a colocá-la na cama. — Não me sinto bem, nem tenho vontade de discutir, por isso peço que não faça nada comigo. — Como você é m*alvada, vim po

