— Quero que você me bata, mas não quero que você se segure, me bata com força. Eu digo e o ouço respirar fundo. — Caroline. — Eu quero. Reitero e sinto como ele massageia as minhas nádegas, desce para dar um beijo em cada uma e se levanta me dando um tapa com a mão. Como pedi, ele não se segura e o tapa me faz querer levantar, mas eu aguento e mexo a bu*nda. — Quantos? Ele pergunta num rosnado que me excita. — O que o mestre julgar necessário. — Não jogue comigo. Você não sabe do que sou capaz. — Eu quero descobrir. O segundo tapa parece mais forte que o primeiro e as seguintes deixam a minha bu*nda queimando, cerrando os dentes e soltando suspiros altos que tento afogar na cama. — Estou muito duro. Ele dá mais quatro palmadas que me trazem lágrimas aos olhos pela força que exerce

