— Sim, irmãozinho. Ela me chama como quando era pequena. E foi aí que eu penetrei com mais força. M*aldito gosto de culpa que a minha irmã mais nova me dá. — Você gosta que eu te fo*da assim, irmãzinha, quer que o meu pa*u grosso entre na sua buc*eta pequena, para que você possa espalhar os seus fluidos em mim como está fazendo agora? Eu dou um tapa nela quando ela não responde. As marcas dos meus dedos permanecem, e coloco o seu rosto na minha boca, passando a língua pelas marcas. O abuso se*xual é algo que gosto de implementar, mas que regulo com ela, mas há ações que simplesmente me escapam. — Você gosta da violência, gosta que eu te machuque toda vez que transamos. Eu garanto. Os seus suspiros e gemidos são uma resposta clara. Sinto a sua contração e o seu próximo orgasmo está se

