Espio a cozinha para ver o que ela está fazendo e a descubro fazendo um café da manhã tradicional, ela funga por causa da gripe e eu a abraço por trás. Ela está mais calma do que da última vez que nos vimos e estou feliz porque discutir só aumenta o peso sobre os meus ombros. — Tem um cheiro delicioso. Beijo o lóbulo da orelha dela. — Obrigado. Você pode sentar ou ligar a TV da sala enquanto espera. Ela se despede sutilmente. Me rejeitando — Eu posso ajudar. — Prefiro cozinhar sozinha. Alega ela, cortando pedaços de bacon. Paro o movimento das suas mãos e a faço me encarar. — Por que você se fecha comigo e com os outros você fala abertamente? Eu a questiono. — Ocorre-me que com os outros você pode ser gentil e brincalhona, mas comigo você ergue um muro, obstáculos que não fazem nad

