Ele cambaleia com a tontura que o toma e eu o faço apoiar no meu ombro saindo do quarto com ele, as luzes do resto da casa estão apagadas e não tem ninguém à vista para ajudar, então só avanço com ele. Ele tenta voltar para o quarto. Não permito e tenho que soltá-lo para pegar as minhas chaves e abrir a porta. Uma vez lá fora chamo o elevador que esperamos e onde estou preocupada com a febre que não baixa. Lá fora ele colabora mais e no carro fica sentado fechando os olhos. É tarde e não há muitos carros circulando. Mas minha preocupação e o tempo me fazem sentir tudo de forma diferente. Tipo mais pesada que o normal. — Foi esse o ferimento onde você me bateu? Ele pergunta com os olhos fechados. Aumento a velocidade que estou dirigindo quando sinto que está demorando muito. O que el

