— Você gosta de sa*do? Ela conclui antes de eu começar a falar. — Você não precisa me dar explicações sobre o que está aqui porque eu já vi e digo logo que não é minha praia. Ela me olha sem vacilar como eu esperava, mas o que me espanta é que ela já conhece esse mundo e eu não gosto disso. — Como você sabe disso? Pergunto sem gostar das palavras dela, pois ela nem está dando oportunidade para que eu explique. — Esse tipo de jogo não é mais tão secreto como muitos acreditam. Ela responde, fixando os olhos nas correntes penduradas na mesa. Não gosto de amarrar as pessoas com corda, gosto de correntes grossas que machucam e fazem o outro sentir a dor que acho gratificante ver. — Dê uma chance, você não pode dizer que não gosta se ainda não experimentou. Eu a convenço, aproximando os meu

