CAROLINE Odeio aqueles momentos em que agia nervosa, mesmo sabendo que não fiz nada de errado. Movo as minhas mãos repetidas vezes e começo a arrancar inconscientemente aquela pele fina ao redor das minhas unhas, não percebo até sentir aquela dor de remover mais do que o necessário, fazendo com que saia um fio de sangue. Tudo graças aos agentes que tenho à minha frente, eles percebem a minha preocupação, mas é inevitável me sentir culpada. O motivo da minha culpa, não é porque eles estão na minha frente me questionando. Não, isso seria bom demais, o meu medo e culpa é porque ainda tenho os dedos do Lucas marcados na minha pele e ainda ouço a voz dele no meu ouvido me pedindo para resistir um pouco mais. Eles chegaram sem avisar no meio da manhã, enquanto eu estava sozinha no meu apar

