— Ele tentou tirar a vida dele e o mantiveram trancado num centro psiquiátrico por dias porque ele não quer comer. — Vá, não se preocupe, eu me encarregarei de explicar. Ele entende. — Não diga nada de ru*im ou que os faça se sentir m*al. Eu digo olhando para ele. — Direi apenas que você não queria ficar para comemorar Sobella. — Você é cr*uel. Eu te amo. Beijo a sua testa e o abraço com força. — Diga aos meus tios que da próxima vez ficarei na casa deles como compensação. Ele ri maliciosamente e não consigo imaginar que maldade ele possa estar pensando. Ele me acompanha até a saída onde manda um dos seus funcionários me levar ao aeroporto da Sicília onde espero impacientemente o vôo de retorno ao país para o qual não esperava retornar tão cedo. As unhas viram nada enquanto espero,

