Eu toquei a campainha e não demoraram muito para abrirem a porta. Levantei uma sobrancelha para o homem que me cumprimentou com um sorriso simpático, me olhando com maldade. — Órfã. Ele me cumprimenta. — Black. Saúdo e alargo o sorriso que se formou quando o vi. — Achei que teria a sorte de não ver essse seu nariz feio. — E eu não quero ver a sua bu*nda ossuda. Ele se afasta um pouco para me deixar passar. O meu irmão me olha em desacordo por causa de nossas interações. — A minha bun*da não é ossuda, você gostaria de ter uma assim para exibir. Me gabo. — Traga-me água. Eu ordeno. — Desculpa, repita a palavra de novo: água, é que você parece idi*ota do jeito que fala com esse inglês aceno. — Cresçam, por favor. O meu irmão fica constrangido com a nossa discussão. Você deveria se aco

