— Você... Eu confesso. Ele tira o nariz do meu pescoço para ancorar os nossos olhos novamente. — Você ainda me ama, irmãzinha? — Não, não faça isso, não vou cair nas suas mentiras. Eu o empurro. — Só você pode pensar que isso pode ser uma mentira. Ele leva a minha mão ao seu peito e as fortes batidas do coração fazem a minha mão vibrar. Ele deixa dois beijos nas minhas bochechas lentamente antes de ir embora. Respiro fundo para dissipar a nebulosidade que se formou na minha cabeça devido à proximidade dele. — Não gostei dessa aproximação entre vocês. Ele volta ao assunto. — Não gosto que outra pessoa chegue tão perto de você. — Não gosto de enganos e mentiras, mas, aqui estamos. Me movo em busca de mais oxigênio. As minhas pernas tremem de vontade de pular em cima dele e isso me d

