Grito dentro de mim, enquanto sorria tristemente para ele e não dando a minha opinião, deixando que ele continue conversando com eles. Aproveitei para ir ao banheiro e quando voltei eles não estavam lá. — Temos uma conversa pendente. É a primeira coisa que ele diz quando entro e tento sentar, ele tenta se aproximar de mim mas a dor não deixa e eu me aproximo dele para dizer para ele ficar deitado. Ele aproveita o momento para colocar uma das minhas mãos na boca e eu a tiro imediatamente com os batimentos cardíacos disparados. — Não torne isso mais difícil para mim. Peço, sentando-me. — Não quero passar a odiar você, Lucas. Não quero que quando eu te ver, eu tenha vontade de ir embora porque a sua presença parece intolerável. Eu não gostaria de você por perto. Porque acredite, foi muito

