— Eu te amo muito mais. Diz ele convencido, com o rosto enfiado no meu pescoço, com a respiração arrepiando cada um dos meus cabelos. Com os meus se*ios batendo no peito dele e os nossos corações batendo no mesmo ritmo. Procuro os seus lábios com a palavra se repetindo na cabeça, com tudo revolucionado por dentro, com as minhas emoções sem perceber o quanto é errado amar o meu irmão. Meu irmão! Tenho vergonha do que o meu corpo clama. Que é tê-lo dentro de mim. Mas é algo que ele não tem problema em fazer. Ele tira a tampa da banheira e abre a torneira para que uma nova água entre. — Você quer, quer que entre em você? Ele pergunta pegando com uma das mãos o seu me*mbro e colocando na minha entrada. Concordo com a cabeça, o meu rosto queimando, e não tenho dúvidas de que deve estar ver

