— Você precisa do seu inalador? Ele me pergunta e eu balanço a cabeça. Não tenho problemas com a respiração, mas sim com a minha consciência que fica me recriminando e me dizendo que tudo isso é culpa minha, me lembrando do que aconteceu. Ele respira fundo e deixe vários beijos na minha têmpora. — Não tenha pressa para se acalmar. Ele fala comigo como fazia quando eu era criança e acho que sempre serei uma nos olhos dele. Elliot chega com o chá que me faz pegar e com um olhar me faz começar a beber. Na verdade, o chá enfraquece um pouco os nervos, mas não impede os espasmos. — Eu tinha ido ao aeroporto. Tento resumir a história. — Eu estava acompanhando alguns amigos que conheci para ajudá-los em algo que precisavam. Respiro fundo quando as lembranças voltam a colocar aquele nó na min

