Continuei com o meu trabalho sem maiores intervenções até as cinco da tarde e me levanto para me arrumar. Alguns movimentos são difíceis para mim, mas os ignoro colocando a camisa branca que me faz esticar os braços, a calça preta e finalizo colocando o meu relógio no pulso. No lugar onde guardam as chaves eu pego as chaves da minha caminhonete. O meu telefone vibra e eu atendo. — Estou esperando por você. Reclama o outro lado. — Estou indo. Eu digo e desligo. É fácil encontrar a minha caminhonete de sete lugares, que é tão grande quanto uma mini van, quando eu chego ao estacionamento de onde saio com um sorriso, demoro mais de 20 minutos para chegar ao complexo residencial de Elliot que me cumprimenta e fico mentalmente grato por sua namorada não estar. — Por um momento pensei que vo

