— Você levou alguma coisa da minha casa? Ele questiona e a sua voz soa cada vez mais diferente. — Não, deixei tudo no quarto. Fecho os olhos com o que a minha mente pensa que está fazendo. Eu ne*go. Ele provavelmente bebeu também, e é por isso que parece tão estranho. Porém, a minha mente está imunda e quero insistir que a sua mão está balançando o seu mem*bro para cima e para baixo enquanto ele fala comigo. — Como, você está vestida, então? Ele continua. — Não acho que seja sensato você ficar sem nada, você pode ficar doente. — Não estou, estou com o meu pijama branco. — Aquele com short de renda e camisola de seda? — Lucas. O nome dele me parece estranho quando eu digo. — Lucas, essa ligação está ficando estranha, conversamos outra hora. Procuro tentar desligar quando os meus m**

