Como Bruna já tinha ido até o prédio da Grã-Bretanha e conhecia o caminho, ela foi liderando o grupo, dizendo para onde deveriam ir. Dessa vez não puderam ir de skate, mas decidiram pegar as bicicletas que ficavam disponíveis para os atletas usarem, para chegarem mais rápido e passarem menos tempo debaixo daquele sol quente do verão parisiense. Bruna, Naty e Isadora entraram no prédio sem nenhum constrangimento, tinham anotado o andar e o número do apartamento dos garotos e fora direto até lá. Uma vez lá dentro, quem tomou a dianteira foi Naty. Foi ela quem bateu na porta. E foi justamente um dos atropelados por ela quem abriu. – Elas vieram – anunciou ao ver as três garotas paradas ali no corredor. – Podem entrar, meninas. Sejam bem-vindas. O lugar estava lotado de gente, homens e mu

