Capítulo 8

1072 Words
ERICK Hoje é o meu encontro com a Giovanna, iremos ao cinema. Estou super ansioso. Ela combinou de me encontrar no cinema mesmo. Termino de me arrumar e fui em direção ao cinema, as ruas estão um pouco movimentadas hoje. O que demorou um pouco até que eu chegasse ao shopping. — Oi. Digo quando me aproximo da Giovanna. Ela já está me esperando em frente ao cinema. Está linda, a ruivinha está com uma calça branca e uma blusa rosa.  — Oi. Ela diz — Desculpe a demora, o trânsito estava horrível. Digo — Não tem problema, faz só alguns minutos que cheguei. — Já decidiu o filme? Pergunto — Ainda não. Vamos juntos escolher o filme que iremos assistir e acabamos escolhendo um de romance. Eu não curto filmes assim, mas por ela, eu assisto. — Eu vou comprar pipocas, pode ir entrando que já chego lá. Digo Já tem algumas pessoas entrando no cinema. Claro, que eu não vou deixar ela pagar por nada, apesar dela ter insistido. Compro as pipocas e entro na sala, vejo a ruivinha sentada na fileira da frente. — Cheguei. Digo entregando a pipoca a ela. — Obrigada. Ela agradece — De nada. O filme começa e prestamos atenção nele, quer dizer ela prestou, pois eu prestei atenção nela. (...) — Quer dar uma volta na praça? Pergunto a ela — Quero sim. Vamos até a praça que tem perto do shopping, nos sentamos em um dos bancos que tem lá. — Eu pensei que você não ia aceitar meu convite. Comento — Por que? Ela pergunta — Você me deu tanto fora A Giovanna dá uma risada. — Você achou que eu seria fácil? Ela me pergunta — Não, eu já imaginei que você seria difícil, conheço sua família. Ela rir novamente — Eu não sou estressada igual os gêmeos, devo ter puxado o temperamento da minha mãe. — Acho que sim, mas falo do seu pai, a propósito ele sabe que você saiu comigo? Pergunto — Tá com medo dele? Ela pergunta escondendo um sorriso Pelo que já conversei com a Giovanna, descobri que ela tem um lado engraçadinho. — Eu, não.. claro que não. Digo — Sei, então posso ligar pra ele e dizer que estou em um encontro? Ela pergunta — É melhor não... Ela rir da minha cara — Tô brincando, minha mãe sabe, meu pai não, ele não deixaria eu vir. Ela diz. — Provavelmente, iria interrogar você primeiro. — Eu imagino, você tem 22 anos, certo? Pergunto — Sim, por que a pergunta? — Curiosidade Digo — Sei, eu sou um bebê. Percebo que quando ela rir, fecha os olhos. — Você é muito linda. Digo me aproximando dela — Obrigada. Ela diz Tiro uma mecha de cabelo que está caindo no seu rosto. Ela me encara. Desço meu olhar para sua boca e passo meu polegar nos seus lábios. Eu quero tanto beijá-la. Me aproximo o suficiente para lhe dar um selinho. Ela fecha os olhos e passa a língua nos lábios. Aproveito que ela não recuou e me aproximo segurando na sua nuca e dando início a um beijo. Os lábios dela são macios. O gosto de morango do seu batom se mistura com o gosto de menta. A Giovanna segura meu cabelo e sinto um leve aperto no local quando dou uma mordida no seu lábio. Finalizo o beijo com selinhos e encosto minha testa na dela. Ela sorri quando me afasto. — Você também é lindo. Ela diz — Eu sei. Digo brincando com ela — E convencido. Ficamos um bom tempo na praça, nos curtindo. A deixei em casa depois, mas não cheguei a entrar, não quero correr o risco de ser morto pelo pai dela. (...) Chego na faculdade e vou procurar a Giovanna. O nosso encontro foi maravilhoso. — E aí cara, vai pra onde apressado assim? O Luís pergunta — Você viu a Giovanna? Pergunto — A Miller? Ele pergunta — Sim. — Eu a vi no refeitório com a prima. Ele diz — Obrigado. Saio antes que ele pergunte alguma coisa. Encontro a Giovanna conversando com a Helena, ela percebe a minha aproximação e sorri ao me vê. — Bom dia. Digo — Bom dia. Ela diz Me sento ao seu lado. — Oi, Helena. — Oi. Ela diz tirando seu celular do bolso. — Vou fazer uma ligação, Gih. Ela diz se levantando e saindo — Ela tá bem? Pergunto a Gih A Helena parece ser uma pessoa bem recatada. — Tá sim, é só o jeito dela, além do mais, acho que ela vai ligar para o... Ela para de falar. — Deixa pra lá. Resolvo não insistir no assunto. — O que vai fazer neste final de semana? Pergunto — Por enquanto, não tenho planos. Ela diz — Vai ter a festa da menina aqui da faculdade, vamos? A convido — Eu não sou muito fã de festa, mas aceito seu convite. — Se você não se sentir confortável, podemos ir pra outro lugar. Digo — Tudo bem, não tem problema. Ela diz Ficamos conversando até o sinal tocar, a levo para sua sala e roubo um selinho dela. Estou gostando muito da ruivinha, é um sentimento inexplicável, bem diferente do que já senti. Ela faz eu me sentir bem, faz com que eu queira ser uma pessoa melhor, ao seu lado eu sinto que posso ser eu mesmo. Devo confessar que acredito que pela primeira vez na vida, eu me apaixonei. Eu tenho vontade de ficar com uma pessoa só, de protegê -la do mundo, de fazer ela feliz. Se eu pudesse, faria de tudo para ver ela sorrindo sempre. Bem que meu pai falava, que um dia iria aparecer uma pessoa que iria mexer tanto com minha cabeça, que eu não ia querer estar com nenhuma outra pessoa a não ser ela. Eu achava que isso nunca ia acontecer, que era bobagem do meu pai, mas agora vejo que ele sempre esteve certo. Eu não escolhi me apaixonar pela Giovanna, acabou acontecendo. Um sentimento que foi florescendo, que mesmo que faça pouco tempo.. é algo sincero. Eu encontrei a mulher que faz meu coração bater mais forte, que faz com que seu sorriso seja um combustível na minha vida. Eu falei que nunca na vida iria me apaixonar, mas como não mandamos em nossos corações, confesso que estou perdidamente apaixonado pela ruivinha.
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