Valmont estava sentado ao telefone, xingando, quando Morgana surgiu. Ele se despediu da pessoa ao telefone, não queria que a menina o visse gritar ao telefone e não xingava na frente da filha, apesar de suspeitar que a menina teria um linguajar quase tão pesado quanto ao dele, afinal Morgana era a sua filha, não teria como se diferente. — Meu amor. — disse ele, suavizando o tom. — Está bravo? — perguntou Morgana, curiosa. — Um pouco, mas não com você. Venha dar um abraço no papai, que o papai se acalma. A menina se aninhou no colo dele, Valmont alisou o cabelo da filha, nunca tinha agradecido Aimee pela menina, apesar de tudo, nesse momento Morgana era a melhor versão dele. __ papai, quando o meu irmão nascer, vou continuar tendo colo? __ Claro, o seu colo ninguém vai roubar, eu pego

