Dentro do carro, Tiffany assistia seu pai dirigir rapidamente ela, segurava sua bolsa contra o corpo, como se aquilo fosse a proteger, mas obviamente não ia, pobre Tiffany, estava com o coração na mão, sua cabeça doía e o corpo parecia querer lhe faltar. Quando chegaram a clínica em que o amigo de Morgan trabalhava, Tiffany mais uma vez tentou convencer seu pai a desistir, mas não deu certo e em poucos minutos, estava dentro do consultório daquele velho. — você já sabe, lhe expliquei por ligação, faça o que for preciso e depois me diga. — disse Morgan de forma séria. — não se preocupe. — Morgan caminhou em direção a porta, logo passou pela mesma, Tiffany tentou correr e passar também, mas aquele senhor foi mais rápido, e trancou a porta. — por favor, eu não quero... — seu pai mandou, v

